Pensamentos enquanto ando pela UFRJ, +1 = -1 , Aleatoriedade, Autoestima, Felicidade e Tipos Psicológicos.

Bem, enfim, acho que agora eu posto alguma coisa.

Eu nen sei o que eu quero postar na verdade, porém, vale lembrar que eu escrevi o titulo antes de escrever o post, então subconcientemente eu quero escrever sobre alguma coisa que concientemente eu não o faria. Ou algo próximo disso. Ou eu só não sei mesmo o que eu quero fazer agora.

Nos ultimos 10 dias (?) , eu passei grande parte do meu tempo na faculdade fazendo “curso de férias” (diguemos assim), e enquanto todo mundo estava de férias eu estava lá.

Bem, aproveitando esse tempo pseudo(perdido) , eu pensei bastante. E grande parte do que vou abordar aqui é baseado no meu tipo psicológico mais predominante : INFP.

Bem, prosseguindo. Nós INFP’s temos uma vida justa de certa forma. Em troca de tudo que a gente tem pra nós mesmos nós pagamos um preço justo e pesado para o ter.

A justiça é a mascara da irritação, sempre foi e sempre será.

Mas enfim, tudo encima disso ficou confuso e eu to muito cansado para reescrever. Então prosseguindo: me respondam, porque de todos os neo(tipos-psicológicos) felicidade pareçe ser mais ilusória para INFP’s do que pros outros.

Tirando uns 2 casos muito raros, em toda minha vida eu acho que nunca encontrei alguem que não quisesse ser feliz. Para mim, eu acho, que estou o mais perto de ser feliz quando posso agir como eu realmente sou, com toda excentricidade e estranheza que eu carrego em minhas peculiaridades.

Na verdade , existe uma dicotomia, entre o acima e o que eu vou falar apartir de agora.

A nossa dificuldade com a felicidade acontece porquê definimos nós mesmos pela nossa visão Ideal e não sobre o nossa pessoa emergente. É preferivel a palavra emergente do que atual, porque a palavra “emergente” tem laços com movimento, de crescimento, de não estar parado.

Estamos nun eterno processo de se tornar. Porém, nós nos vemos como borboletas enquanto ainda estamos na crisálida. Somos cegos, e temos uma inteligencia holistica suficientemente trapaceira para nos inganar disso.

E justamente porque vemos a nós mesmos por nossa imagem auto-ideal, então qualquer descompasso entre quem queremos ser e o que nós somos e o que estamos nos tornando cria infelicidade.

Você existe em 3 fases: uma você idealiza, a outra você está e a ultima você esta visando a ser.

Seus amigos falam: “Você está mudando!” , dificilmente você vai aceitar, porque para muitos de nós somos sempre a primeira fase, enquanto na verdade somos as 3 ao mesmo tempo.

Agora me diz: como conhecemos outra pessoa? É pelo que dizem? É pelo que falam?

Dificilmente acreditamos em uma pessoa de 40 anos que está cursando o ensino médio e que se diz ter um plano pra ficar rico rapido mas que ainda mora com os pais? Não acreditamos na mulher que se diz forte e indepente mas não consegue largar aquele namorado machista e abusivo dela.

Se as ações de uma pessoa constantemente não batem com suas palavras, INFPs começam automaticamente (é incrivel como isso acontece) sem perceber a fazer julgamentos negativos sobre o caráter dessa pessoa.

Para o indivíduo que reside dentro de nós, ações sempre falam mais alto que as palavras. Nós julgamos outras pessoas baseado no que elas fazem, e não pelo que elas falam. Nós julgamos nós mesmos da mesma maneira porém muito mais pesadamente.

Eu acho que quando você pensa sobre isso tudo, e sobre você mesmo , você pode se mudar mais facilmente. Ou na verdade eu to colocando minha fase Ideal como alguém que da valor as palavras quando na verdade eu dou valor as ações. E todo esse paragrafo é automaticamente inutil.

Nós temos um monologo correndo nossas mentes a todo tempo, dizendo que nós comos como pessoa. Nós sabemos quem nós somos. Nós sempre sabemos, mesmo apesar de existir momentos em nossas vidas que a gente não consegue admitir isso.

É o paradoxo do INFP : a pessoa que nós somos é nossa fase ideal, apesar de que nós ainda não somos essa pessoa ainda.

O paradoxo ai é claro né? E eu posso afirmar fielmente a confiabilidade desse . Mas ainda paro pra pensar, se vou morrer antes de ser eu mesmo. Tempo corre , time flows.

Nós lutamos para virarmos nossa fase ideal, muito muito fortemente tentando seguir nossos ideais. Porém, quando nossas ações não batem com nossos ideais, então nós começamos a fazer julgamentos negativos sobre nós mesmos. Se constantemente nós fazermos coisas que não batem com nossa fase Ideal, então,no fundo, nós sentimos que estamos mentindo para nós mesmos ou que estamos muito grosseiramente incompetente para seguir nossos sonhos.

A maioria dos INFPs encontram um estranho equilibrio quando eles conseguem balançear as ações condizentes  com aquelas não condizentes afim de “pagar” o preço pro fugir da fase ideal.

O problema é que este comportamento em curso cria distimia, uma depressão de baixo grau persistente, porque lá no fundo a parte idealista de nós mesmos está nos dizendo que podemos fazer melhor que isso.

As vezes, nossa fase Ideal é ilusiva e nossa felicidade com ela. Sendo um INFP (isto é, estando dentro desse grupo 90% do tempo) a chave pra felicidade é procurar a clareza sobre nós mesmos. Esse é sem duvida um conselho muito estranho para INFPs, afinal, nós nos conhecemos melhor que a maioria dos outros tipos.

No entanto, vivemos vidas tão ricas dentro de nós mesmos que, às vezes, especialmente quando nossas vidas entram em caos, não conseguimos ver a floresta entre as arvores.

Sobre a distemia que nós mesmos criamos , apesar do baixo grau, ela cria grandes problemas , eu me surpreendo sempre, mas todos devem entender, que enquanto temos alguma estima sobre nós, estamos presos a ela. Então viva livre, nunca estime nada de você mesmo , seja bom, ou seja ruim (missão impossivel ) .

Enfim fico por ae, o titulo não tem quase nada haver com metade do que eu falei aqui, mas ta show de bola.

Abraços e beijos!

Sobre AA

"Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culto. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo e no seu coração."
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2 respostas para Pensamentos enquanto ando pela UFRJ, +1 = -1 , Aleatoriedade, Autoestima, Felicidade e Tipos Psicológicos.

  1. Pingback: O Outro Lado Do Sono Polifásico | The World Is Garbage!

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