Teoria do Destino – A Liberdade Existe, Parte II

[…Poxa, então, além do contexto histórico em que vivemos, há também as nossa crenças que influenciam nossas escolhas?
Poxa, parece que a nossa liberdade está cada vez mais distante! Como resolver todo esse problema??…
]

-Igor, em outro post…

Putz,  acho que hoje em dia, não existe maneira de resolver o problema da liberdade, porque as pessoas são muito cegas para enchergar que existe esse problema, diguemos que essas pessoas ja se venderam pro sistema… a grande maioria das pessoas vivem um ciclo controlado, e essas pessoas não querem sair disso…as pessoas nao lutam, ou ignorao ou se conformam…

O sistema chegou nun nivel tão, diguemos, elevado… ele controla as pessoas sem mesmo elas saberem, praticamente tudo é controlado…

Mas existem aqueles que não são controlados pelo sistema, que são normalmente aqueles vistos com um preconceito pela sociedade, os ditos indiferentes, pois não seguem os padrões, são aqueles que vão contra o sistema…

Para resolver esse problema, seria necessario entender de onde ele foi gerado, por quem ou por quais pessoas ele foi criado, resumindo, precisaria entender toda uma linhagem temporal pra entender porque não existe liberdade.

Na minha opnião sincera, se você quer resolver os problemas do mundo, o unico jeito é você destruir ele e começar tudo denovo do zero haha.

“Na verdade…o mundo já acabou faz mil anos. Tudo que estamos presenciando no momento é uma mera fase de putrefação”

-Me falaram isso, não lembro quem foi u.u

Se as pessoas fizessem as escolhas, desconsiderando influencias, o mundo estaria livre… Talvez a unica salvação para nossa liberdade estão naqueles que se dizem indiferentes. Porém o que acontece é que as pessoas ja controladas pelo dito sistema são cegas e negam as diferenças…

As diferenças não devem ser negadas, elas devem ser aceites e usufruídos.

As pessoas precisam se “ligar” umas as outras, elas precisam trocar ideias…

Mesmo as pessoas que acreditam que compartilham uma conexão  não são verdadeiramente ligadas. Eles devem interagir, umas com as outras, e assim, aprendendo algo, com as suas diferenças…

Para completar este quebra-cabeça, todas as peças tem que ser estabelecidas no seu devido lugar. Se uma estiver incorreta, toda a imagem estará arruinada. E é isso que acontece, as peças estão fora do lugar , por isso que nosso mundo está assim, corrompido e arruinado.

O futuro que você deve escolher está dentro de você.

Se cada pessoa decidisse o que realmente quisses sem influencias, somente a partir de crenças proprias, talvez existisse solução haha.

Po esse post ficou meio fraco, mas é que eu tenho uma opniao muito vaga sobre isso…no meu proximo post eu botarei algo mais interessante!

Adios Amigos!

By De Souza

Sobre AA

"Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culto. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo e no seu coração."
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2 respostas para Teoria do Destino – A Liberdade Existe, Parte II

  1. Porf. Igor disse:

    Não é que esteja vago não Felipe, longe disso. O assunto é que é muito complexo e exige muita reflexão. E como voc~e citou o Jung na comunidade: “Os maiores e mais importantes problemas são fundalmentalmente insolúveis. Eles nunca serão resolvidos, e ainda crescerão além do esperado”.

    Mas pela própria ideia (tiraram o acento!) dos universos paralelos, podemos perceber que as coisas se influenciam o tempo todo. Cada escolha sua infliencia não só a sua escolha, mas as de outros também. Essa teia de escolhas é muito grande e totalmente ligada.

    Mas o que eu queria te dizer é que existe uma diferença entre influenciar e determinar. Determinar é mais forte que influenciar. Por exemplo, a cor dos meus cabelos é determinada pelos meus genes. Por mais que eu pinte-os, eles serão sempre naturalmente daquela cor original. O que muda é só a aparência. Já influenciar, me parece mais o que você diz com relação ao ‘sistema’ Ele nos influencia o tempo todo.

    Imagine que você está absolutamente sozinho em uma ilha, tipo no filme ‘náufrago’. Será como você se comprotaria? Será que o sistema deixaria de te influenciar? Será que aí sim suas ações e suas escolhas seriam absolutamente livres? (lembre-se: nossa família também é parte do sistema, assim como nossos hábitos e coistumes, que herdamos da sociedade em que vivemos)

  2. Igor Vinhal disse:

    Legal, vou a]ta acrescentar algumas informações sobre o conceito de liberdade em Filosofia.
    Há inicialmente duas correntes nesse contexto:
    Primeiro os Deterministas, que dizem que nós não temos liberdade, somos um mera reação a toda ação que sofremos, seja ela social ou biológica, física. Nesse contexto, temos um camarada chamado Epiteto, que viveu no séc I/II d.C., se não me engano. Ele foi um escravo quase sau vida toda e ao final, quando ganhou sua liberdade, virou filósofo. Ele dizia que o único lugar em que podemos falar em liberdade é no nosso pensamentos, nossas ideias. Todo o resto (sua saúde, sua condição social, etc.) é uma determinação do meio em que vivemos. Não há nada que possamos fazer com relação a isso. E sábio, segundo ele, é quem se mostra indiferente a tudo isso que não se pode escolher, ou seja, quase tudo!

    Do outro lado, temos os filósofos que defendem veementemente a liberdade, como Jean Paul Sartre (1908 – 1980). Segundo ele, o ser humano é pura liberdade. Não podemos escolher não escolher. Como ele dizia “estamos condenados a ser livres” Não podemos nos abster de uma escolha, pois ao fazê-lo, já estamos escolhendo não escolher, o que é uma escolha.

    Portanto percebemos que há uma oposição entre essas duas correntes. Mas, como sempre na Filosofia, há quem tente sintetizar as ideias opostas. E nessa tentativa surge um conceito bastante interessante de liberdade. É a liberdade situada. Como assim? Segundo esse pensamento, o ser humano é sim determinado, mas é também livre! Pode parecer uma contradição, mas não é. O que nos permite transgredir nossos limites e superá-los é o conhecimento, a consciência. Somos sim limitados e determinados por uma série de coisas. Mas a partir do memento que eu sei disso, posso agir e interferir, mudando essa cruel realidade.

    A aqui faço uma ligação com o que você estava falando sobre o papel do sistema em nossa liberdade. Quando se fala em sistema, pressupõe-se uma série de coisas. Não só um Estado que impõe leis e pune (quase nunca) quem não as cumpre (quase sempre). Mas também de uma mídia, de uma política de comunicação, de informação que muitas vezes pretende manter as coisas como estão, porque é altamente lucrativo pra quem já tem muito dinheiro. Seja os que detém o pdoer, seja quem detém o controle desses veículos de comunicação. Eles sabem muito bem que o conhecimento e a consciência daquilo que nos limita iria ampliar nossa liberdade e iria nos levar a mudar essa realidade. E é exatamente por isso que nos retiram as informações verdadeiras, escondem, mascaram. Para que a gente não saiba a real situação de controle em que vivemos. Porque se soubéssemos, não aceitaríamos. E eles perderiam todo o poder. Tanto o poder de fato quanto o poder financeiro.

    E com isso, sou obrigado a discordar com você em um único ponto. Sou um cara extremamente otimista e ideologizado. Penso e sei que a situação é caótica, mas não consigo aceitar que não há como mudar. QUe já era e não tem mais jeito. Não peço que você concorde comigo, mas é exatamente por acreditar que a coisa pode mudar pra melhor que eu dou aula. O que falta é informação, certo? Pensar, criticar, ter informação. É isso que eu faço. Coloco vocês pra pensar, pra se incomodar e pra agir. “Ah professor, mas é um em cada turma que ouve você realmente, que te leva a sério, que sabe porque Filosofia é importante”
    Eu sei disso, por isso tenho que trabalhar em dobro. Gosto de pensar que meu trabalho é um trabalho de formiguinha. Mas de grãzinho em grãzozinho, o formigueiro fica cheio e todas as milhares de formiguinhas podem sobreviver em harmonia.

    teu blog é foda!
    Abraço

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