Teoria do Destino – Parte Final [?]

Na vida, a realidade é composta de uma seqüência contínua de escolhas, e as conseqüências dessas escolhas.
Cada vez que uma escolha é feita, as opções não selecionadas  se difundem e existem como a sua própria realidade: um dito universo paralelo.

Incontaveis numeros de universos “paralelos” existem e não podemos viajar entre eles…

As pessoas vivem suas vidas ligadas ao que aceitam como correto ou verdade. É assim que elas definem a realidade.Mas o que quer dizer “ser correto ou verdadeiro”? São meramente conceitos vagos…A ”realidade” delas pode ser uma miragem. Podemos considerar que elas simplesmente vivem nos seus mundos modelados por suas crenças…

É galera, são 11 horas da noite de uma quinta, e eu tive vontade de tentar terminar os posts sobre a Teoria do Destino…Mas acho que não vou terminar…estou com pouco tempo, seria melhor se as pessoas questionassem, para que eu desse as respostas, ia ser mais divertido =p.

Antes de tudo, queria mostrar a  “Teoria dos Muitos Mundos”:

“Em 1954, Hugh Everett III, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton, apareceu com uma idéia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso. Esses universos estariam todos relacionados ao nosso. Na verdade, eles derivariam do nosso, que, por sua vez, seria derivado de outros. Nesses universos paralelos, nossas guerras surtiriam outros efeitos dos conhecidos por nós. Espécies já extintas no nosso universo se desenvolveriam e se adaptariam em outros e nós, humanos, poderíamos estar extintos nesses outros lugares.”

Sem duvida esse tal de Hugh Everett III era foda, simplismente genial… sua teoria é muito boa, e eu a acho simplismente magnifica, porém, ele não pensou em alguns pontos que eu pensei, mas olhem, o cara é de 1954, e eu, de 2008 hehe…

No link http://ciencia.hsw.uol.com.br/universo-paralelo1.htm

Ele diz que “Na interpretação de Everett dos Muitos Mundos, os universos paralelos não influenciam uns aos outros”

Bem, eu acho que influenciam sim, mas de uma forma subjetiva e tão fraca que não deve ser considerada uma influencia…atravéz dos Dejavus…Mas como os Dejavus influenciam o mundo?

Bem, eles não INFLUENCIAM, eles apenas, acontecem, eles não nos mostram o futuro, e sim algo que aconteceu em outro plano de uma forma adptada…

Vejamos o video abaixo…

Imaginem esse campo azul, como nosso mundo, visto de uma forma “espectral”, e as linhas em branco os universos paralelos, em sua caminhada… reparem que eles não sao paralelos, e não sao infinitos…

Vendo o video, vemos que eles estão em movimento, ou seja, eles estão crescendo…agora imagine que isso seja infinito , ok? (não deu pra fazer a linha completa no video)

Reparem, que há momentos que eles se cruzam, e é ae que ocorre o dejavu.

Reparemos agora que eles estão vindo do “nada”, mas eles não estão, eles vieram do dito “1° motor imovel”, só que como nunca poderemos saber o que esse “motor” é, eu não ô representei no video e reparem que eles vão para o “nada”, isso porque, eles são flexiveis ,e modelados de acordo com as decisoes das pessoas, e isso é um dos motivos pelo qual prever o futuro é impossivel!

Agora imagine, as bolinhas por tras dos universos como sendo as pessoas, reparem que com o tempo do video, elas somem, e outras vão aparecendo, isso esta relacionado com a decisao, as pessoas podem morrer, as pessoas podem fazer escolhas erradas, mas como voces podem ver, com o movimento das “bolhas” (pessoas) os universos “paralelos” (linhas) se movem, sacaram?

Bem eu não vou poder escrever mais agora pq tenho que dormir, to com um sonoo caotico aqui!

Pelo jeito terá proximo post, e espero que alguem questione alguma coisa para que eu possa escrever algo mais produtivo!

Até!

Felipe Barros

P.S: Thanks to Andrew Krammer, the creator of this video!

Sobre AA

"Não sou tão careta quanto pareço. Nem tão culto. Não acredite em nada do que eu escrever. Acredite em você mesmo e no seu coração."
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Uma resposta para Teoria do Destino – Parte Final [?]

  1. Porf. Igor disse:

    Muito interessante esse vídeo Felipe, ajuda a compreender melhor através da visão, que é o nosso sentido mais ‘viciado’.

    Agora, eu queria inserir uma discussão com relação à liberdade. Você falou bastante da importância das nossas escolhas, são elas que criam universos de possibilidade e que nos fazem migrar de um pra outro, certo?

    Eu queria pensar um pouco sobre essas nossas decisões. Como fazemos pra escolher uma coisa e não outra? Será que (como pensa a corrente determinista) essas nossas escolhas são determinadas por alguma coisa? Seja nossa cultura, nossos genes, nossa classe social, nossa família, nossos amigos, nossa namorada…
    Ou será que podemos realmente escolher livremente? Independentemente de qualquer influência que não seja nossa vontade própria?

    Como você já sabe, o papel do filósofo é ‘enxer o saco’ mesmo. Não tem nada melhor do que cirar problemas que a gente nunca acha uma única solução! Rs…

    Aquele abraço!

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